segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Momentos e bastidores do IG&T 2017 / Campinas 2017.

O Intergastro & Trauma 2017 / Campinas 2017 foi marcado por muitos momentos especiais. 
Nesse vídeo, você pode relembrar e conferir alguns dos momentos que marcaram esse IG&T, além dos bastidores, que mostram como um evento desse porte é preparado com muita atenção e carinho em cada detalhe.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Cursos, Simpósios e Workshops inéditos foram realizados durante o IG&T 2017

O Intergastro & Trauma, sempre atento a oferecer aos participantes atualização de ponta em diversas áreas, inovou mais uma vez ao trazer para a edição de 2017 cursos, simpósios e workshops de grande relevância e interesse para os profissionais das áreas.

Mais uma vez  foi reconhecida a alta qualidade dos cursos, workshops, permitindo aos participantes contato direto com os mais reconhecidos especialistas em cada área. Uma oportunidade única de compartilhar experiências e informações, esclarecer dúvidas e aprender com a experiência de outros profissionais.

Confira abaixo, alguns momentos dos cursos, workshops e simpósios do IG&T 2017.

ENDOSHOW - Procedimentos & Inovação em Endoscopia Digestiva
reuniu conceituados especialistas da área

Curso Multidisciplinar de Cirurgia Bariátrica e Metabólica

Simpósio Internacional de Cuidados Críticos Cirúrgicos 

DSTC - Cuidados Cirúrgicos Definitivos em Trauma

Simpósio Multidisciplinar de Queimados

Simpósio Multidisciplinar de Feridas e Estomias

Workshop Terapia Nutricional e Acessos em Adultos e Pediatria
Curso de Capacitação de Enfermagem no Serviço de Endoscopia

Workshop: Capacitação para instrumentador cirúrgico

WSES Course - Mass Casualty Incident Management

WSES COURSE: How to perform, analyse, present and publish a research paper




Confira mais na galeria de imagens:

segunda-feira, 29 de maio de 2017

O IV WSES trouxe discussões internacionais da área de Cirurgia de Emergência durante o Campinas 2017

IV Congresso da Sociedade Mundial de Cirurgia de Emergência
reuniu 43 convidados internacionais dos 5 continentes 

O IV Congresso da Sociedade Mundial de Cirurgia de Emergência reuniu 43 convidados internacionais dos 5 continentes e centenas de convidados de grande expressão e experiência em suas áreas de atuação. Foram três dias abordando os temas de maior relevância para os participantes durante a programação científica e também durante os cursos, simpósios e workshops realizados.

A Conferência de Abertura do Campinas 2017 contou com a presença de Yasuhiro Otomo (Tokio – Japão) apresentando as lições aprendidas com o Tsunami e o acidente da Central Nuclear de Fuskushima ocorridos em março de 2011, em Fukushima. O conferencista internacional atua como diretor de trauma e cuidados críticos no Tokyo Medical and Dental University Hospital of Medicine.

Yasuhiro Otomo (Tokio – Japão), durante conferência de Abertura do Campinas 2017 

O Campinas 2017 reuniu três grandes eventos entre os dias 18 e 20 de maio em Campinas: o IG&T (Intergastro & Trauma 2017), o XIX CoLT (Congresso Brasileiro de Ligas de Trauma) e o IV WSES (Congresso da Sociedade Mundial de Cirurgia de Emergência), sendo considerado o maior congresso médico no interior de São Paulo, reunindo mais de mil participantes.


Ari Leppaniemi ( Finlândia)  em sua aula: "Isquemia Mesentérica Aguda".

 Nicola de' Angelis (França)

Prevenção ganha destaque em jornada e simpósio realizados pela SBAIT e pelo CoBraLT


Discussões fizeram parte da programação do Campinas 2017
Os trabalhos de prevenção da SBAIT e do CoBraLT foram destaque no Campinas 2017, durante a II jornada de Prevenção ao Trauma e o II Simpósio Internacional do Programa P.A.R.T.Y.. Entre os destaques da programação, estava a fundadora do P.A.R.T.Y. no Canadá, Joanne Banfield, que participou com duas conferências relacionadas à prevenção.

Joanne abriu a programação com uma conferência com o título “Prevenção de lesões: estamos fazendo o suficiente?”. Ao final do dia, ela fez uma nova explanação, mas desta vez sobre o P.A.R.T.Y.  e os resultados conquistados em seu país.
Fundadora do P.A.R.T.Y. no Canadá, Joanne Banfield
O diretor do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurélio Ramalho, explicou o movimento Maio Amarelo, que tem como objetivo chamar a atenção da população sobre os altos índices de mortes e feridos no trânsito do mundo inteiro e a importância da prevenção.

José Aurélio Ramalho, diretor do Observatório Nacional de Segurança Viária 

Logo na sequência, o cirurgião Romeo Lages Simões falou sobre a importância do Simulado SBAIT de Atendimento a Múltiplas Vítimas, que está em sua terceira edição. Ele explicou que esta ação tem como objetivo treinar equipes de resgate e que a melhor forma de prevenir ocorrências com múltiplas vítimas é a educação.

O ex-presidente do CoBraLT, Paulo Klein, fez uma palestra sobre o Programa Salvando Vidas, desenvolvido pela entidade em parceria com a SBAIT. O programa envolve estudantes de ligas do trauma de todo o Brasil, com o objetivo de ensinar a população de forma geral a salvar vidas em diversos tipos de situações.

Paulo Klein, ex-presidente do CoBraLT, 
A representante do Ministério da Saúde Cheila Marina de Lima também participou do encontro, com a apresentação do projeto Vida no Trânsito, criado em 2010, para enfrentar a violência no trânsito. Ela destacou o impacto de ocorrências no trânsito para a saúde e para o SUS (Sistema Único de Saúde).

À estudante de medicina da Liga do Trauma da Unicamp (Universidade de Campinas), Marina Crubelatti, coube apresentar o P.A.R.T.Y. Brasil. Ela explicou que o programa canadense começou a ser executado aqui por dois motivos principais: os bons resultados em seu país de origem e as estatísticas de ocorrências de trânsito brasileiras. O programa chegou ao Brasil em 2008, na cidade de Ribeirão Preto. Ele foi trazido pelos médicos Ana Helena Parra e Sandro Scarpelini, ex-presidente da SBAIT. Em 2013, o PA.R.T.Y. passou a ser vinculado à SBAIT.

Débora Damasco também participou das apresentações falando do P.A.R.T.Y. e da parceria realizada entre o programa e a EMDEC (Empresa de Desenvolvimento de Campinas), que ela representa. A EMDEC é um importante parceiro do P.A.R.T.Y. em Campinas.

Débora Damasco, EMDEC
Ana Helena Parra 

Ana Helena Parra esteve no evento para explicar como montar um P.A.R.T.Y. no Brasil. É necessário seguir vários critérios, entre eles, assistir à realização de um outro P.A.R.T.Y. já em andamento. Também é fundamental realizar parcerias, com instituições como Bombeiros, Polícia Militar, etc.
Ao final, foi feita uma apresentação de dez programas de prevenção selecionados.

Confira imagens da II Jornada Internacional do Programa P.A.R.T.Y.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Enfermeiras destacam processos importantes para a segurança de pacientes cirúrgicos

Elas participaram de uma mesa redonda no último dia do Campinas 2017

A mesa redonda Desafios na Assistência de Enfermagem a Pacientes Cirúrgicos abordou três grandes questões sobre o papel da enfermagem neste setor. Com exemplos práticos, as profissionais deram dicas e destacaram a importância dos enfermeiros para garantir a segurança de quem passa por uma cirurgia.

A enfermeira Alessandra Nazareth Caine Roscani abordou os riscos no paciente cirúrgico e reforçou o papel da enfermagem para prevenir os problemas que possam surgir. Ela lembrou que o centro cirúrgico é um local com vários tipos de riscos, como biológicos, de radiação, elétricos, psicológicos, ergonômicos, químicos e operacionais, entre outros. Diante desses fatores, segundo ela, é fundamental que o paciente passe por uma boa avaliação pré-cirúrgica para que a equipe saiba como ele está fisiológica e psicologicamente. Dessa forma, é possível evitar possíveis problemas. Alessandra disse que todos devem seguir um protocolo e ter comunicação clara dentro do centro cirúrgico.
Enfermeira Alessandra Nazareth Caine Roscani

Os cuidados no intraoperatório  e no pós-operatório continuam e também são muito importantes, como check-list do cenário, dos processos, da segurança cirúrgica, tipos de curativo, visita pós-operatória, etc. A enfermeira destacou que é necessário ter uma linha de cuidado pré, intra e pós-operatório, com uma assistência segura para o paciente cirúrgico.

Camila Mendonça de Moraes Lopes fez uma palestra sobre prevenção de lesões de pele no paciente cirúrgico. Em sua explanação, ela explicou que o posicionamento na mesa operatória é muito importante para evitar problemas ao paciente. Como na palestra anterior, ela reforçou que é fundamental que os profissionais sigam uma escala de avaliação de risco do paciente.

Camila Mendonça de Moraes Lopes

Autora da ELPO (Escala de Avaliação de Risco para o Desenvolvimento de Lesões decorrentes do Posicionamento Cirúrgico do Paciente), Camila listou alguns fatores que precisam ser levados em conta para a prevenção de lesões, como tipo de anestesia, comorbidade do paciente, posição dos membros, idade do paciente e tipo de cirurgia.

A mesa redonda foi finalizada com Hellen de Lima Graf Fernandes, que abordou o processo de enfermagem no paciente cirúrgico. Ela lembrou que não existe cirurgia simples e que é necessário ter vários cuidados em todo o processo perioperatório, que inclui as fases pré, intra e pós-operatória.

Hellen de Lima Graf Fernandes

A enfermeira destacou que a enfermagem perioperatória é um processo sistemático e planejado, com uma série de passos que garantem a segurança do paciente. Dentro do centro cirúrgico, segundo ela, a enfermagem precisa aumentar a segurança e controlar a assepsia.


Palestrantes convidadas durante mesa de discussões

Aumenta número de pessoas com sobrepeso e de doenças alimentares, tema discutido durante a VII Jornada de Nutrição

VII Jornada de Nutrição em Aparelho Digestivo e Trauma - IG&T 2017
Cresce o número de pessoas com excesso de peso no Brasil. O índice era de 43% em 2006, enquanto hoje, 52,5% dos brasileiros estão acima do peso e 17,9% da população já é considerada obesa. Este sobrepeso na vida das pessoas representa fator de risco para doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e câncer. As doenças crônicas respondem por 72% dos óbitos no país.

Segundo dados apresentados pelo IBGE, em 2009, nos anos de 1974 a 1985, 18,5% dos homens e 28,7% das mulheres apresentavam excesso de peso e 2,8% dos homens e 8% das mulheres estavam obesos. Nos anos 2008 a 2009, 50,1% dos homens e 48% das mulheres apresentavam excesso de peso e 12,4% dos homens e 16,9% das mulheres estavam obesos. Estes números foram apresentados durante a VII Jornada de Nutrição em Aparelho Digestivo e Trauma - Atualidades em Nutrição.

Para haver um processo de mudança de comportamento na vida dessas pessoas, deve haver um reforço positivo e aprendizagem social. Devido a esta demanda, profissionais de apoio, como o coaching nutricional, já bastante comum nos países de primeiro mundo, tem sido largamente procurado. As doenças ligadas à alimentação também têm sido crescente. Intolerância, alergia alimentar e hipersensibilidade, assim como os famosos distúrbios alimentares são assuntos em alta e motivo de preocupação no mundo todo. Estes temas foram assuntos discutidos no congresso.

"O número de pessoas alérgicas por alimento também é crescente, devido a fatores como prevalência, hábitos alimentares, sociais, entre outros", explica a gastroenterologista Vera Lúcia Ângelo Andrade, especialista em doenças funcionais, mestre e doutora em patologia em Belo Horizonte.


Vera Lúcia Ângelo Andrade ( Belo Horizonte / MG)
A especialista é referência na área no Brasil e realiza, em seu consultório, diversos testes de intolerância a açúcares (lactose, frutose, sorbitol, sacarose e frutan). Os alimentos mais alergênicos são ovo, leite, trigo e soja, que desaparecem com o tempo. Amendoim, nozes e frutos do mar normalmente persistem.

A médica explica que há diferenças conceituais relacionadas aos fatores que desencadeiam e os sintomas entre intolerância, alergia alimentar e hipersensibilidade, apesar das pessoas se autodiagnosticarem e se tratarem erradamente após pesquisarem na Internet. “Os principais fatores relacionados à alergia são hereditariedade, exposição ao alimento, permeabilidade gastrintestinal e fatores ambientais, que podem acentuar os sintomas”, explica.

Ela alerta para o cuidado da pesquisa livre nas redes sociais e google, que desencadeiam erros de diagnóstico e automedicação. "Hoje em dia as pessoas chegam no consultório dizendo que são alérgicas ao leite, mas é raríssimo este tipo de alergia em adultos, por exemplo. O comum é a intolerância e o modo de tratar é diferente".

Para garantir às pessoas informações por meio de um canal sério, a médica lançou um canal no Youtube (Vera Ângelo). Ela entende que os profissionais precisam se inserir neste meio com informações sérias para amenizar estragos promovidos por informações errôneas.

Dietas, por exemplo, estão por toda a parte. Mas, todos sabemos que as dietas restritivas não funcionam, pelo menos não por muito tempo e não fazem bem. “A dieta restritiva pré dispõe distúrbios alimentares, sendo que 30% da população já possui este tipo de pré disposição, como bulimia, anorexia e ortorexia”, garante a nutricionista Bianca Masuchelli Chimenti Naves.


A nutricionista Bianca Masuchelli Chimenti Naves

A profissional diz que tantas técnicas surgem porque está difícil combater esta epidemia. "O grande desafio da nutricionista é o compromisso de mudar a relação do paciente com a comida. Não se trata apenas de perder peso por um período, mas mudar o comportamento para a vida”.

A nutricionista, com formação em coaching, Adriana Passos Cardoso, explica que cada vez mais as pessoas precisam de orientação para que aprendam a buscar informações de maneira correta e possam fazer as suas próprias escolhas diárias. “Alguns dos desafios do coaching nutricional são de aumentar a consciência das pessoas, para que elas mudem os seus hábitos inadequados e mantenham um bom resultado, sustentando a mudança de comportamento”.


A nutricionista Adriana Passos Cardoso durante a aula sobre coaching nutricional

O maior objetivo da nova especialidade é de definir um propósito maior para a saúde o bem estar, desenvolver um plano de ação personalizado e voltado para circunstâncias e capacidades, por meio de metas realistas a curto prazo e longo prazo. "Um coach precisa estar preparado para desconstruir crenças, ouvir e verificar expectativas para uma mudança de comportamento no cliente", explica. A proposta é orientá-lo na busca de informações em canais sérios e não acreditar em tudo que ele vê nas redes sociais".

O objetivo, segundo a profissional, é potencializar suas próprias descobertas e escolhas. "O cliente passa a ser auto suficiente com relação à sua alimentação". Isto requer comprometimento, empatia e não julgamentos. 


Comissão organizadora
VII Jornada de Nutrição em Aparelho Digestivo e Trauma - IG&T 2017

Médica de Campinas alerta sobre os riscos da ingestão de produtos cáusticos na infância e a importância da prevenção em casa

Jornada de Gastroenterologia Pediátrica e Trauma do IG&T 2017 reuniu grande público
O número de ingestão de produtos cáusticos e objetos corrosivos, como pilhas e baterias, na infância é crescente no Brasil. Os casos que chegam às urgências e emergências dos hospitais e postos de saúde indicam que o problema dos cáusticos não regride e há um aumento no número de ingestão de pilhas e baterias. Os casos atingem todos os níveis sociais e o assunto foi discutido na Jornada de Gastroenterologia Pediátrica e Trauma durante a Conferência Gastro & Trauma, realizada em Campinas na última semana.

Segundo a gastroenterologista, pediatra e endoscopista de Campinas, dra Silvia Regina Cardoso, o maior número de corpos estranhos engolidos pelas crianças diz respeito aos objetos, mas a preocupação maior, devido ao grau grave de lesões provocadas são as pilhas, baterias e produtos cáusticos, muitas vezes comprados em caminhões nas casas, com concentrações cáusticas acima do permitido por lei. “O que falta são políticas públicas, leis efetivas de segurança no manuseio dos produtos e investir na prevenção. Os pais devem ficar atentos”, garante.


De acordo com a especialista, a maioria dos acidentes cáusticos, por ingestão de produtos, acontece em casa e, de 10 a 20% das crianças que fizeram a ingestão desses tipos de produtos vão ter lesões do esôfago, obtendo sequelas irreversíveis. Destas, de 10 a 20% dos casos vai evoluir para estenose esofágica, sendo responsável pela maioria de casos da doença no Brasil. “Os phs muito ácidos dos produtos líquidos penetram em todas as camadas, especialmente no esôfago e a doença da infância pode se tornar crônica para sempre. Há controle e tratamentos, mas sempre haverá sequelas para o paciente”, alerta.
Os problemas, ao longo prazo, incluem diversas cirurgias ao longo da vida para abrir o canal do esôfago, entre outros. “Os produtos cáusticos, especialmente aqueles vendidos em garrafão, nas ruas, se ingeridos, machucam tanto que tem criança que passa a ter que se alimentar com sonda na barriga e passa por cirurgias a cada 15 dias”.

A endoscopista diz que os médicos estão assustados com o número de baterias e pilhas recentemente ingeridas pelas crianças. “A gente está assustado com o número de bateriais ingeridas. Nesses casos, além de provocar lesões graves, fica provocando como que uma queimadura elétrica dentro do estômago, podendo perfurar e até levar à óbito”.
Para dra. Silvia, a falta de uma lei que obrigue a colocação de lacres de segurança para a comercialização dos produtos cáusticos, existente nos Estados Unidos e outros países mais desenvolvidos desde a década de 70 pode ser responsável por grande número de casos. Mas os pais precisam ficar atentos onde colocam os produtos de limpeza que, facilmente, podem ser confundidos pelas crianças com outros produtos líquidos alimentícios. “As pessoas não investem no que é mais importante, que é na prevenção”. É preciso divulgar para que os pais não comprem produtos de caminhões comercializados clandestinamente, sem controle ou supervisão, porque são mais fortes e o estrago pode ser maior.
A especialista dá um último recado: "Apesar dos tratamentos e de as pessoas conseguirem controlar o problema, ele perdura pelo resto da vida. Eu mesma mostrei um caso aqui de um senhor em que o problema da infância se manifestou aos 52 anos de idade. Portanto, o melhor tratamento mesmo é a prevenção".

Pancreatite aguda
O aumento no número de casos de pancreatite aguda recorrente entre crianças no Brasil também têm preocupado várias especialidades médicas. Um grupo foi formado e criado uma espécie de protocolo de ações que diz respeito aos tratamentos e a detecção da doença, inclusive no caso de pancreatite hereditária ou precoce. Este último corresponde a 6% dos casos.


Para a especialista e palestrante dr Marise Helena Cardoso Tofoli, o número crescente das publicações acerca deste tema triplicou no ano passado por haver um aumento da incidência da doença aguda. Há também os casos das pancreatites hereditárias. “A doença gera dano muscular, ocasionando hemorragias. Há situações em que se desenvolvem dificuldades respiratórias ou pneumonias, choques, entre outros sintomas. O uso de álcool, medicação e vírus podem ativá-la”.

Participantes da V Jornada de Gastroenterologia Pediátrica e Trauma

Confira mais momentos da Jornada: