sábado, 20 de maio de 2017

"Câncer de reto" esteve entre os destaques das discussões da coloproctologia, focando na importância do tratamento individualizado

A programação da coloproctologia teve sequência com a discussão sobre o tema "Câncer de reto", reunindo especialistas de grande reconhecimento na área e experiência sobre o assunto, na mesa redonda que teve como moderador o Dr Gustavo Sevá Pereira (Campinas/SP).

O "Papel da Linfadenectomia" foi o tema inicial, apresentado pelo médico Carlos Augusto Real Martinez (Bragança Paulista/SP) que mostrou vídeos e estudos sobre o assunto.

Carlos Augusto Real Martinez (Bragança Paulista/SP)
A seguir, o médico Felipe Osório Costa (Campinas/SP) falou sobre a "Atualização em terapia neoadjuvante", o estado atual, avaliação da doença e protocolos de tratamento, reforçando o objetivo de aumentar a cura e diminuir a morbidade.  Ao final, apresentou as perspectivas do tratamento e por quê, como e para quem indicar a radioquimioterapia. 


Felipe Osório Costa (Campinas/SP) 
A "Ressecção Endoanal"  foi o tema apresentado na aula do médico Michel Gardere Camargo (Campinas/SP),  que mostrou casos em videos e falou sobre as indicações e técnicas utilizadas para a realização da ressecção endoanal. 


Michel Gardere Camargo ( Campinas/SP)
Finalizando o bloco, o médico  Sérgio Nahas (São Paulo/SP) apresentou a aula "Tratamento Individualizado para Câncer de Reto é Necessário?" Iniciando a apresentação reforçando que a resposta é Sim! Cada paciente deve ser avaliado de forma individual, sempre tendo em vista a qualidade de vida do paciente. 

Dr Nahas falou sobre o tratamento radioquimioterápico e cirúrgico, ressaltando que não deve ocorrer prejuízo para a sobrevida do paciente e sua qualidade de vida, quer seja na cirurgia tradicional, laparoscópica ou robótica.

Sérgio Nahas (São Paulo/SP) enfatizou a importância
do tratamento individualizado 
Ressaltou ainda que o tratamento do câncer de reto é multidisciplinar, não está restrito ao cirurgião, envolvendo endoscopista, patologista, radiologista, radioterapia, oncologista, além de outros profissionais, como nutricionista, estomaterapeuta, enfermagem e psicólogo.

Foram também apresentados os princípios e vantagens da cirurgia radical e da importância de uma cirurgia plástica bem sucedida para o conforto do paciente. Mostrou ao final, a revisão da literatura "Watch and wait" as perspectivas futuras.  Para encerrar os profissionais reuniram-se para debate de casos clínicos.

Esse bloco de discussões enfatizou a importância da realização de um tratamento individualizado para cada paciente e os médicos devem estar preparados para distinguirem qual o melhor tratamento em cada caso.


Dr SérgioNahas, durante o painel de discussões entre os convidados
Convidados participantes do Bloco 3 de coloproctologia - IG&T 2017


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